terça-feira, 10 de agosto de 2010

ENTRADA "PROIBIDA" ...... vixeeee !


Eles já foram políticos tão prestigiados e influentes que um quase foi nomeado ministro do governo do presidente Lula e o outro presidiu a Assembleia Legislativa por dois anos e se tornou o todo poderoso nos governos Júlio e Jayme Campos. Agora, estão com registros indeferidos, são considerados fichas sujas e não podem disputar as eleições deste ano. Tratam-se do deputado federal Pedro Henry (PP) e do estadual Gilmar Fabris (DEM). Ambos são polêmicos, não têm papas na língua, se envolveram em escândalos e confusões.

Henry é médico-anestesista e mora em Cáceres, cidade-pólo do Oeste mato-grossense. É tido como o cacique político da região. Está no quarto mandato. Fabris é pecuarista. Possui fazenda em Pedra Preta, vizinha a Rondonópolis, pólo da região Sul. Ele exerce o terceiro mandato.

No caso de Henry, ele conseguiu salvar o mandato em meio à acusação de envolvimento no mensalão, escândalo que quase derrubou o governo do presidente Lula em 2005, e ainda na chamada máfia das sanguessugas, esquema de superfaturamento na compra de ambulâncias para prefeituras a partir de emendas parlamentares. Enfrentou até CPI e foi absolvido pelo plenário da Câmara.

Agora, perdeu o mandato, a partir de uma representação do MPE junto ao TRE. Foi acusado de comprar votos em Cuiabá em sua campanha à reeleição em 2006. Se não conseguir êxito no embargo de declaração junto ao TSE, ficará impedido de disputar o quinto mandato.

Pedro Henry iniciou carreira na vida pública como vice-prefeito de Cáceres, pelo PPS, em 1992. Depois foi diretor-administrativo da Sanemat. Elegeu-se deputado federal pelo PDT, em 1996. Em 1998, foi eleito novamente pela Câmara, desta vez pelo PSDB. Seu terceiro mandato veio em 2002, pelo PPB (atual PP), quando teve 120.840 votos, até então o mais votado da história da bancada federal mato-grossense.

Depois, mesmo enfrentando uma série de denúncias, se reelegeu com 73.312. Também foi filiado ao PTB, de 1989 a 1991, mas não exerceu mandato eletivo pelo partido. Chegou a assumir a liderança da bancada do PP na Câmara. Tinha trânsito livre no Palácio do Planalto e foi até convidado pelo presidente Lula para assumir Ministério.

Divergências internas e briga com o então presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, impediram-no de integrar o primeiro escalão do Executivo.
fonte:rdnews

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