Nesta terça (07) completa 1
ano do desaparecimento do jovem cacerense – Mário Florentino Muniz Junior –
conhecido como “Tripa” (26). Ele foi visto pela ultima vez na madrugada do dia
07 de fevereiro, numa área de conveniência do Posto Guará , área central de
Cáceres. Depois disso ninguém mais teria noticia do rapaz. Alguns meses depois a
Policia recebeu um telefonema dando o local exato onde estava o cadáver de Mário
Junior. Numa grota de difícil acesso na comunidade rural do Facão, a 14
quilômetros da área urbana deste município.
O cadáver de Mario Muniz Junior foi submetido a exames forenses, com comparação a material colhido dos irmãos, sendo comprovado ser dele a ossada localizada. Além dessas provas cientificas, no bolso da camisa de Tripa, os policiais encontraram a carteira de habilitação, perto dele apenas uma garrafa com água.
Informes que circulam até hoje nos meios policiais, apontam que o rapaz teria freqüentado uma chácara com outro grupo, e que teria supostamente sofrido uma overdose. Dali os demais viciados se dispersaram sem prestar socorro medico, abandonando Tripa até morrer a míngua.
Nas entrevistas concedidas pelo delegado Rogers Elizandro Jarbas este apontou que a Policia efetuou diversas diligencias , assim como colheu depoimentos dos suspeitos, mas que ainda esbarra na ausência de provas para se chegar aos responsáveis. Ontem, em contato com o delegado, ele alegou estava em viagem a serviço por conta da sua atividade policial.
Familiares de amigos de Mário Florentino Junior, em contato com a reportagem cobraram mais agilidade. Eles temem que o crime – caia no esquecimento – ou ainda que esbarre em figurões da cidade, que eventualmente acompanhavam no dia do seu desaparecimento.
Os pais e irmãos de Mario Junior ainda estão abalados com o ocorrido. Todavia não perderam a esperança e confiança nas autoridades policiais para que os verdadeiros culpados sejam punidos exemplarmente.
O cadáver de Mario Muniz Junior foi submetido a exames forenses, com comparação a material colhido dos irmãos, sendo comprovado ser dele a ossada localizada. Além dessas provas cientificas, no bolso da camisa de Tripa, os policiais encontraram a carteira de habilitação, perto dele apenas uma garrafa com água.
Informes que circulam até hoje nos meios policiais, apontam que o rapaz teria freqüentado uma chácara com outro grupo, e que teria supostamente sofrido uma overdose. Dali os demais viciados se dispersaram sem prestar socorro medico, abandonando Tripa até morrer a míngua.
Nas entrevistas concedidas pelo delegado Rogers Elizandro Jarbas este apontou que a Policia efetuou diversas diligencias , assim como colheu depoimentos dos suspeitos, mas que ainda esbarra na ausência de provas para se chegar aos responsáveis. Ontem, em contato com o delegado, ele alegou estava em viagem a serviço por conta da sua atividade policial.
Familiares de amigos de Mário Florentino Junior, em contato com a reportagem cobraram mais agilidade. Eles temem que o crime – caia no esquecimento – ou ainda que esbarre em figurões da cidade, que eventualmente acompanhavam no dia do seu desaparecimento.
Os pais e irmãos de Mario Junior ainda estão abalados com o ocorrido. Todavia não perderam a esperança e confiança nas autoridades policiais para que os verdadeiros culpados sejam punidos exemplarmente.
Por: João Arruda em 07/02/2012
08:42:22

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